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Nova geração de Realidade Virtual é (literalmente) assustadora

O que esperar da nova geração de VR para PC? Sim, emocionante! Mas também assusta. Entenda.

Já vimos com o HTC Vive que a realidade virtual oferece uma abordagem diferente aos jogos se controladas via sensores de movimento. Antes fora dessa onda, o Oculus Rift recebeu recentemente o Oculus Touch, um par de controles que permitem uma detecção livre dos braços para transportá-la aos games. O mundo da realidade virtual para PCs agora está completo.

Um dos primeiros games a se beneficiar desse novo recurso foi o pós-apocalíptico Arizona Sunshine, com versões tanto para o HTC Vive quanto para o Oculus Rift. Situado no deserto de Arizona em um calor de rachar o crânio, o jogador assume o papel de um sobrevivente que, para seguir vivo, precisa mostrar suas habilidades em estourar miolos de mortos-vivos. E a sensação de realidade vai muito além dos belos efeitos visuais que você vê na tela, mas, principalmente pelo que você não vê, mas consegue sentir.



John Coleman, diretor de desenvolvimento de negócios na Vertigo Games comentou, ao blog da NVidia, uma definição interessante sobre o mundo em realidade virtual. Ele acredita que ao entrar em um mundo virtual e você ter em mente que aquilo é um jogo, os seus olhos dizem que estão em outro lugar. E não importa o quanto você diga a si mesmo que você está em um game, quando você se vira e vê zumbi babando na sua cara, isso mostra a competência dessa tecnologia em assustar de uma maneira realista nunca antes vista nos games.



Arizona Sunshine
Foto: Reprodução

Em um mundo VR como o de Arizona Sunshine, você realmente deve ficar atento a quem vê à frente ou pelas costas. E isso se estende inclusive à falta de informações na tela. As armas reais não têm contadores de munição, então, quando você ouve o clique de um compartimento vazio, você tem que recarregar fisicamente e de forma rápida. Isso tudo faz com que a sua reação de estar sendo massacrado em um mundo tomado por zumbis seja ainda mais desesperadora.



Ripcoil
Foto: Reprodução

Outro exemplo dessa nova geração de games em VR é Ripcoil. Trata-se de um intenso e futurista esporte de lançamento de discos. Graças ao sensor de movimento, o jogador tem uma sensação de controle ainda maior, afinal, é a velocidade com que ele movimenta os braços que determina o quão rápido será o lançamento do disco contra o oponente. Na hora de defender, o livre movimento dos braços transforma o jogador em um verdadeiro goleiro, tendo que, por exemplo, se equilibrar em um hoverboard e esticar completamente os seus braços para segurar um ataque adversário.

A VR tornou a ficção científica real. E quem defende isso é o próprio produtor de Ripcoil, Glen Egan. O executivo disse que a VR faz com que a ficção científica e o gameplay caminhem lado a lado. A realidade virtual oferece a sensação presencial definitiva e, sem a inclusão do sensor de movimentos do Oculus Touch, seria muito difícil ter nesse game a mesma diversão e adrenalina do que ao mover o corpo em busca da vitória.

E o que dizer de The Unspoken? O game tem como missão transformar o jogador em um mago em meio a batalhas de feitiços na escuridão de becos de uma cidade grande. E, tão natural quanto deslizar os dedos para soltar um hadouken em Street Fighter, o jogo promete elevar a batalha de magias a uma nova potência.

Não resta mais dúvidas: a VR veio definitivamente para ficar. Nos PCs, onde essa tecnologia oferece a melhor e mais avançada experiência de jogo com o visual sem igual, o jogador terá a dimensão de que não há nada melhor do que sentir o controle total sobre seus movimentos no jogo. E como a imersão da realidade virtual tem como objetivo te transportar para um mundo paralelo, tome muito cuidado. Pode ser que você não queira mais voltar das emocionantes tardes no Arizona.

Juiz descarta processo contra Google por uso de recurso de reconhecimento facial


Iniciada em 2016, ação acusava a empresa de violar a privacidade dos usuários ao coletar seus dados biométricos sem autorização pelo Google Photos

Um juiz dos Estados Unidos descartou no sábado, 29/12, um processo contra o Google por conta do uso de uma ferramenta de reconhecimento facial na plataforma Google Photos. As informações são da Reuters.

Em sua decisão favorável à empresa de Mountain View, o juiz Edmond Chang, de Chicago, aponta que os usuários não “sofreram prejuízos concretos”, aponta a agência de notícias.

Os autores da ação, que foi iniciada em março de 2016, acusam a gigante de buscas de violação de privacidade por coletar e armazenar sem permissão seus dados biométricos por meio de um software de reconhecimento facial no serviço de fotos.

No processo, os usuários pediam mais de 5 milhões de dólares coletivamente por conta das “centenas de milhares” de pessoas afetadas no estado de Illinois, de acordo com a Reuters.

(Fonte: Da Redação) - 02/01/2019
Facebook não teve culpa em dados vazados, diz membro da FTC

Memorando vazado no último fim de semana foi escrito em março por James Kohm, época que começaram as investigações contra a rede social

O vazamento neste fim de semana de um memorando escrito em março por Jame Kohm, um dos membros da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), retomou a discussão sobre as responsabilidades do Facebook no escândalo da Cambridge Analytica.

No documento, o comissário diz que a rede social não teve culpa no vazamento de dados de 87 milhões de usuários, contrariando o pensamento de colegas do FTC e de especialistas, que pedem punição severa contra rede social.



Pessoas utilizam celulares diante de projeção do logo do Facebook em foto ilustrativa 26/07/2018
Foto: Reuters

Segundo o jornal "The New York Times", que teve acesso ao memorando, Kohm concorda com o argumento do Facebook de que a empresa não é responsável pelos abusos causados pela consultoria política. No documento, o comissário também diz que o Facebook tomou medidas razoáveis para resolver o problema e que não quebrou as promessas feitas ao FTC, em 2012, sobre o uso de dados sem consentimento dos usuários.

O órgão é responsável por investigar se empresas abusaram ao usar dados pessoais de americanos em seus negócios. Desde o vazamento de dados do escândalo Cambridge Analytica - considerado o maior caso de uso indevido de informações pessoais da história -, o Facebook passou a ser alvo de investigações do FTC.

Em nota enviada ao jornal americano, o FTC disse que ainda não concluiu as investigações contra a rede social e que o resultado será publico quando os membros chegarem a uma conclusão do caso. Kohm se recusou a comentar a reportagens do "New York Times".

(Fonte: Redação Link) - 02/01/2019
Novo sensor de unha da IBM permite monitoramento de Parkinson

Protótipo desenvolvido pela empresa consegue medir a força da mão de uma pessoa em diferentes tarefas e usa AI para monitorar sinais de doenças

A IBM anunciou na última semana o desenvolvimento de um tipo de “sensor de unha” (imagem acima) que consegue medir a força da mão de uma pessoa e então utiliza Inteligência Artificial (AI) para fornecer indicadores sobre a sua saúde, incluindo a detecção e o monitoramento de doenças como Mal de Parkinson.

Conforme um post da IBM em seu site sobre a pesquisa, que foi publicada recentemente na Scientific Reports, o minúsculo protótipo criado pelos seus pesquisadores mede de forma contínua como a unha do dedo da pessoa se mexe e se dobra para realizar diferentes tarefas no dia-a-dia.

“Como as unhas são muito duras, decidimos colar um sistema de sensor em uma unha sem nos preocuparmos com possíveis problemas associados com colar na pele. Nossos experimentos com dinamômetro demonstraram que podemos extrair um sinal consistente o bastante a partir da unha para ter uma boa previsão de força da mão em uma variedade de formas”, afirma a empresa.

Com isso, o sensor consegue diferenciar as formas como a unha se deforma, em atividades como virar uma chave, abrir uma maçaneta ou usar uma chave de fenda.

Essas informações então são enviadas pelo dispositivo wearable para um smartwatch, que também usa modelos de Machine Learning (Aprendizado de Máquina) para medir diferentes sintomas de Parkinson, como tremores, bradicinesia (lentidão anormal dos movimentos voluntários) e discinesia (distúrbio da atividade motora).

“Esses dados fornecem uma janela sobre como o cérebro e o corpo funcionam, revelando insights de condições crônicas como esquizofrenia e Mal de Parkinson”, afirma a IBM Research em um vídeo sobre a pesquisa – assista abaixo.

(Fonte: Da Redação) - 26/12/2018
4 conselhos para quem quer iniciar uma carreira em tecnologia em 2019

Entre tantas áreas da tecnologia e tantos cursos, como saber por onde começar? Especialista destaca quatro dicas

É fato que o avanço tecnológico acelerado dos últimos anos está transformando todo o mercado de trabalho, que vem se adaptando constantemente para suprir a demanda existente na área. Em todo o Brasil, são cerca de 250 mil vagas para cargos digitais, um setor que movimentou US$ 38 bilhões só em 2017 no país, e é com esse cenário que as pessoas pensam em começar uma carreira tecnológica.

A era digital não tem barreiras, por isso, qualquer tipo de pessoa pode ingressar em uma carreira promissora e que faça sentido para ela. Mas dadas as diferentes áreas da tecnologia e tantos cursos, como saber por onde começar? Pensando nisso, Andrea Tedesco, mentora de carreiras da Digital House hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, lista abaixo algumas dicas para quem quer iniciar na carreira em TI em 2019

1. Desenvolva o senso de pesquisa

Para iniciar na carreira digital o profissional deve desenvolver o senso de pesquisa e prioridade para ficar antenado em todas as necessidades que a área pede.

2. Busque uma escola com conexões

Estudar em uma escola conceituada e que lhe traga ferramentas adicionais como conexões com a comunidade de tecnologia, desenvolvimento de soft skills e gerenciamento de empregabilidade são dicas para quem deseja ingressar na carreira da tecnologia.

Uma boa notícia é que as empresas estão mais abertas em receber profissionais em início de carreira e que possuem talento e capacidade de execução. A demanda do mundo digital faz com que novos profissionais possam ingressar no mundo da tecnologia e, portanto, elas voltam seus olhares para o desenvolvimento dos novos colaboradores. As contratantes estão procurando desenvolver programas para ensinar competências de digital e realizando parcerias com escolas que formam profissionais interessados em desenvolver essas técnicas. Dessa forma, as próprias empresas e escolas tornam-se

novos pólos de talento.

3. Como fazer a transição de carreira?

Já para quem quer fazer uma transição de carreira e não "jogar fora a experiência anterior", é importante que a pessoa desenvolva habilidades de gerenciamento de carreira que o farão conectar-se com as competências anteriores e relacioná-las às necessidades do cargo atual. Gerenciar carreira é encontrar o ponto de encontro dessas competências e transformá-las em resultados.

4. Mantenha-se ativa(o)

Após tudo isso, administrar os pontos da empregabilidade (capacidade de manter-se atraente no mercado), como o acompanhamento das tendências do seu mercado, conhecimento das habilidades técnico-comportamentais, desenvolver o branding (marca) pessoal, usar seu networking a favor de seus projetos, estar presente em eventos e comunidades da área, administrar sua inteligência emocional e saber extrair os resultados que oferecem em cada desafio ao longo de sua carreira, são essenciais para manter-se ativo no setor e sempre destacado dentro dele.




(Fonte: @idgnow Da Redação Terra) - 26/12/2018
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