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Notícias na 25 de março

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Facebook permitirá transferência de fotos e vídeos para Google Fotos

O Facebook anunciou nesta segunda-feira que introduziu uma opção para transferir fotos e vídeos da rede social diretamente para outros serviços, começando com o Google Fotos.



02/05/2013 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

A opção estará disponível para usuários na Irlanda, com um lançamento mundial planejado para o primeiro semestre de 2020.

Todas as transferências de dados serão criptografadas e os usuários receberão uma senha antes que a transferência seja iniciada, informou a empresa.

O Facebook disse em setembro que apoia a portabilidade de dados e planeja criar novas ferramentas em torno disso.

Os senadores dos Estados Unidos Josh Hawley, Mark Warner e Richard Blumenthal apresentaram um projeto no final de outubro que exige que plataformas de comunicação com mais de 100 milhões de membros ativos mensais permita que seus usuários movam ou transfiram seus dados com facilidade para outras redes.

(Fonte: Reuters) - 03/12/2019
QUALCOMM ANUNCIA NOVOS CHIPS E DIZ QUE 5G VAI SE POPULARIZAR (LÁ FORA) EM 2020

Motorola promete celular com velocidade de conexão de 5 Gbps e Xiaomi diz que vai lançar aparelho Mi 10 com câmera de 108 MP usando novas plataformas Snapdragon da fabricante de chips.

O brasileiro Cristiano Amon, presidente da Qualcomm, abriu hoje, 3, o evento anual de lançamentos da empresa, que acontece ao longo da semana no Havaí (Estados Unidos), com uma previsão: afirmou que serão vendidos 200 milhões de aparelhos 5G mundo afora em 2020, e em que 2025, serão 2,8 bilhões de usuários da tecnologia.

Enquanto por aqui ainda se espera a definição de data para o leilão de frequências que serão destinadas para as novas rede, lá fora, o executivo espera que 2020 seja o ano de popularização da tecnologia, principalmente em países como Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão, que já contam com rede comerciais do tipo em funcionamento.

A fim de garantir sua posição de líder no mercado de modems móveis, a Qualcomm anunciou novos chips, mais baratos, na expectativa de colocar o 5G e mais dispositivos no ano que vem. A companhia anunciou duas novas séries de chipsets, uma na linha 8, usada em aparelhos mais sofisticados, e portanto mais cara, e oura na linha 7, focada em aparelhos intermediários.

Foram mostradas as plataformas Snapdragon 865, que virá com o já conhecido modem X55, além das plataformas Snapdragon 765 e 765G (com foco em games). Todas destinadas a equipar aparelhos com sistema operacional Android.

Os detalhes técnicos dos novos produtos não foram revelados. Espera-se que traga recursos mais avançados para aplicação de 5G, inteligência artificial e módulos para equipar aparelhos de internet das coisas, suporte vídeo em resolução 8K e câmeras com sensores de até 200 MP. A empresa diz que apresentará os detalhes amanhã.

Mas os interessados já despontam. As operadoras Verizon e Vodafone já incluíram os chips em seus programas de certificação, inclusive novas versões modulares, até então inéditas nas linhas Snapdragon. Entre os fabricantes que vão desenvolver aparelhos em torno das novas plataformas da Qualcomm estão Lenovo/Motorola, Xiaomi, Oppo, HMD (que usa a marca Nokia em celulares). Tanto

Motorola, quanto Xiaomi, prometeram lançamentos com os novos chips já no começo do ano.

O silício vai à praia: Qualcomm mostra, no Havaí, o novo chipset 5G que vai equipar os aparelhos móveis topo de linha em 2020. (imagem: divulgação)
A Qualcomm anunciou ainda uma nova tecnologia para reconhecimento de impressões digitais que, diz, não é apenas mais rápida, como capaz de fazer a leitura de duas digitais simultaneamente e em uma área maior dos aparelhos. Tal sistema seria mais seguro que os atuais leitores de digitais de área reduzida e um único dedo.

ANTENA NÃO SERÁ PROBLEMA
Amon também afirmou, durante sua apresentação, que há equívocos quanto à capacidade de cobertura da 5G. Segundo ele, uma nova tecnologia batizada de dynamic spectrum sharing (algo como compartilhamento dinâmico de espectro) permite que a 5G alcançar uma área de cobertura equivalente a 96% da área hoje coberta com LTE, usando as torres já existentes e espectro multimodal abaixo de

6 GHz. Já com espectro em ondas milimétricas (acima de 24 GHz), usando as mesmas torres seria possível cobrir 65% da área hoje coberta por LTE.

Ele também minimizou os temores de que as ondas milimétricas sejam muito suscetíveis a barreiras. Apresentou cálculos de que conexões sem barreiras de 1 Gbps ainda chegariam ao usuários com velocidade de 200 Mbps ante obstáculos. Segundo ele, inicialmente, a 5G usará as frequências mais baixas e intermediárias, enquanto as ondas milimétricas serão aplicadas onde o alto desempenho é mais importante, o que não seria a maioria dos casos.

A seu ver, portanto, a transição da 4G para a 5G será mais fácil do que estimavam muitas das operadoras, com menor necessidade do que o inicialmente estimado de implantação de novos sites. “Claro, será preciso renovar as estações, mas usando-se as mesmas torres”, disse.

(Fonte: Reuters) - 03/12/2019
Google Cloud Print será desativado em dezembro de 2020

Mais um rumo ao cemitério: Google Cloud Print, serviço que permite impressão de documentos pela nuvem, será descontinuado na virada para 2021

O cemitério do Google vai receber um novo morador: o Google Cloud Print, serviço que permite a impressão de documentos usando os servidores de Mountain View, que é uma mão na roda para muita gente, será desativado em 31 de dezembro de 2020, com a empresa recomendando aos usuários que... Bem, se virem.

O Google Cloud Print foi introduzido como um serviço beta, no longínquo ano de 2010, e nunca saiu desta condição em todo o seu ciclo de vida. Não que fosse necessário, pois ele funcionava razoavelmente bem no que se propunha a fazer.

Com um dispositivo Android, você poderia se conectar a uma impressora online e uma vez configurada (ambos em uma rede local), enviar arquivos para o hardware de qualquer lugar, bastando que ambos estivessem ligados à internet.

O Google Cloud Print organiza os pedidos de impressão através dos servidores do Google, desta forma, a fila de impressão é mantida até o momento em que a impressora é colocada online. A ferramenta funciona inclusive com impressoras offline, bastando apenas configurar o periférico pelo navegador e que o computador a que ela esteja ligado permaneça conectado à rede, para o recurso funcionar.

Essa facilidade está chegando ao fim. O Google informa que está dando prioridade aos recursos nativos de impressão do Chrome OS e, assim sendo, não vê necessidade em manter uma ferramenta que embora funcione bem para outros perfis de usuários, é considerada redundante.

Assim, a partir de 1º de janeiro de 2021 as impressoras, PCs e dispositivos Android perderão acesso aos recursos de impressão via nuvem.

O Google recomenda que tão logo o Cloud Print saia do ar, os usuários usem a impressão nativa do Chrome OS, o que só vale para quem possui um Chromebook. Aos que usam o recurso via Android com impressoras online ou offline, restará contar com soluções de terceiros (nem sempre gratuitas) ou voltar a imprimir localmente, como um neandertal.

Por mais que o Google Cloud Print nunca tenha saído do beta em uma década, ele é uma ferramenta que "apenas funciona", tendo se tornado um facilitador importante para quem costuma imprimir documentos pela nuvem, para si ou outras pessoas.

Este caso lembra muito o do Google Reader, um recurso de feed RSS que atendia o público muito bem em sua simplicidade, mas que foi desligado sem cerimônia. Da mesma forma, é certo que os usuários do Cloud Print não devem estar nada felizes com a novidade.

Ao menos o Google teve a decência de avisar com 1 ano de antecedência, assim, quem usa o serviço terá tempo de sobra para encontrar outra solução.

Miyamoto e o desafio de tornar a Nintendo tão grande quanto a Disney

Segundo Miyamoto, para que a Nintendo possa atingir o tamanho da Disney é preciso acabar com a resistência dos pais quanto a seus filhos jogarem videogame

Além de extremamente adorada, a Nintendo carrega consigo uma aura tão fantástica que muitas vezes nos referimos a ela como “a Disney dos games”. Mas se hoje tal comparação é feita apenas no sentido figurado, de acordo com Shigeru Miyamoto, um dos objetivos da empresa japonesa é justamente se igualar ao tamanho da Casa do Mickey.

O plano foi revelado pelo lendário game designer durante uma entrevista ao jornal Nikkei, mas o que poderia não passar de uma declaração megalomaníaca, acabou levantando um ponto bem interessante sobre a maneira como os games são vistos por boa parte das pessoas. Confira:

“Muitos pais querem que os seus filhos não joguem videogame, mas esses mesmos pais não tem problema em permitir que eles assistam filmes da Disney. Nós não podemos desafiar seriamente a Disney a menos que os pais se sintam confortáveis sobre seus filhos jogarem [games da] Nintendo.”

No entanto, isso não significa que a BigN esteja interessada em imitar o que a Disney tem feito ao longo dos anos. Recentemente, o presidente da companhia, Shuntaro Furukawa, afirmou que mesmo com a Nintendo tentando expandir seus negócios ao abrir lojas, licenciar uma animação baseada no Super Mario e até um parque temático, eles só chegaram onde estão por causa dos seus jogos, personagens e propriedades intelectuais.

Já em relação ao comentário de Miyamoto, confesso que eu nunca havia pensado por esse lado. Tudo bem que existe uma grande diferença entre uma criança passar uma hora e meia vendo um filme ou toda a tarde jogando no Switch, mas é engraçado percebermos como ainda existe alguma resistência em relação aos pais permitirem que seus filhos se divirtam com jogos eletrônicos.

Como muito bem observado pelo criador do Mario, ainda deverá demorar mais algumas gerações até que esse preconceito acabe, mas até que isso aconteça, ele disse acreditar que a Nintendo não será capaz de se igualar ao império criado pela Disney. Para ser sincero, acho difícil que mesmo assim eles atinjam o objetivo, mas uma coisa é certa, se existe uma empresa do ramo que possui alguma chance de fazer isso, não consigo ver outra que não seja a Nintendo.

A própria Nintendo é uma desenvolvedora que pode contribuir muito para que essa resistência diminua, afinal, poucas companhias no planeta conseguem entregar uma quantidade tão grande e importante de jogos voltados para a família ou para um público mais jovem.

De qualquer forma, é engraçado lembrar que até outro dia quem tinha um sonho até maior que o da Nintendo era o pessoal da Rovio — que chegou até a dizer que os japoneses estavam aflitos com o sucesso do mercado mobile — e passados alguns anos, hoje mal lembramos da existência da companhia finlandesa.

Eu só espero que a maldição do camundongo não recaia sobre a empresa de Miyamoto, mas depois dela ter sido dada como morta tantas vezes e voltar ainda mais forte, acho que posso ficar tranquilo.

(Fonte: Dori Prata DualShockers) - 25/11/2019
Companhia aérea alemã emite primeiras passagens baseadas em blockchain

A companhia aérea alemã Hahn Air, que oferece voos fretados na Europa, anunciou nesta segunda-feira que emitiu as primeiras passagens de avião apoiadas pela tecnologia blockchain, em parceria com a Winding Tree, uma plataforma de viagens de código aberto.



29/01/2017 REUTERS/Baz Ratner
Foto: Reuters

O Blockchain, que surgiu como o sistema que alimenta o bitcoin, é um banco de dados compartilhado mantido por uma rede de computadores.

Nesta segunda-feira, a Hahn Air transportou passageiros com bilhetes blockchain em seu voo de Dusseldorf para Luxemburgo. Os primeiros passageiros de blockchain são Maksim Izmaylov, fundador da Winding Tree; Dave Montali, vice-presidente de informações da Winding Tree; e Frederick Nowotny, chefe de engenharia de vendas da Hahn Air.

"Para nós, é importante olhar para o futuro para entender como podemos tornar a distribuição mais rápida", disse à Reuters Jörg Troester, chefe de estratégia corporativa e de assuntos governamentais da Hahn Air.

Ele acrescentou que, após o voo, a companhia aérea analisará os detalhes de como as coisas funcionaram para o primeiro bilhete blockchain e buscará maneiras de comercializá-lo.

Usando a plataforma Winding Tree, a Hahn Air pode listar inventário, gerenciar solicitações de reservas e receber pagamentos assim que o processo de reserva for concluído. Como forma de pagamento, a companhia aérea aceita dinheiro, cartão de crédito ou criptomoedas.

"Uma das coisas em que estamos trabalhando do nosso lado é o desafio que surge quando você cria um marketplace aberto - como garantir que qualquer pessoa que tenha acesso, independentemente do que você esteja vendendo ou comprando, que a empresa do outro lado seja de boa reputação", disse Pedro Anderson, vice-presidente de operações e co-fundador da Winding Tree à Reuters.

A Winding Tree é uma plataforma de distribuição de viagens de código aberto, descentralizada e baseada em blockchain. Estabeleceu parcerias com companhias aéreas e empresas de serviços como Air Canada, Air France-KLM, Hahn Air, Lufthansa e Swissport.

Também firmou parceria com grandes hotéis como Nordic Choice Hotels, rede citizenM Hotel e Airport Hotel Basel.

(Fonte: Gertrude Chavez-Dreyfuss - Reuters ) - 19/11/2019
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