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Notícias na 25 de março

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WhatsApp e Instagram preocupa reguladores europeus

Possível erosão dos mecanismos de privacidade dos apps, obstáculos para realizar auditorias externas e processamento de metadados geram apreensão

A ideia de Mark Zuckerberg de integrar seus três principais serviços, Facebook, WhatsApp e Instagram, está causando preocupações relacionadas à privacidade em reguladores europeus. No dia 25 de janeiro, uma reportagem do New York Times revelou que a companhia está trabalhando para unificar a infraestrutura dos três serviços - a mudança poderia permitir, por exemplo, que um usuário do WhatsApp enviasse mensagens a um contato do Instagram. A Comissão Irlandesa de Proteção de Dados (IDPC, na sigla em inglês), agência que regula diretamente o Facebook no continente, postou um comunicado em seu site no qual exige um relatório urgente sobre os planos da companhia.

"Propostas anteriores de compartilhamento de dados entre as companhias do Facebook fizeram surgir preocupações significantes em relação à proteção de dados e o IDPC está buscando garantias de que essas preocupações serão consideradas pelo Facebook ao desenvolver essa proposta", diz o texto.

Entre os motivos de apreensão estão a possível erosão dos mecanismos de privacidade dos apps, principalmente do WhatsApp, o aumento de obstáculos para realizar auditorias externas sobre o tratamento de dados e o processamento de metadados gerados pelos serviços. Metadados são informações geradas em atividades online que não identificam diretamente os usuários. Porém, dependendo de como são processados, podem revelar a identidade de seus donos. Nesse caso, a lei europeia de proteção de dados considera que essas informações são privadas, e que merecem proteção.

Em 2018, os fundadores do Instagram, Kevin Systrom and Mike Krieger, deixaram a empresa por considerar que o Facebook estava reduzindo a independência do serviço. Brian Acton e Jan Koum, fundadores do WhatsApp, também saíram do Facebook por considerar que a rede social pressionava para reduzir a privacidade do app com objetivos comerciais. Em uma entrevista à Forbes, Acton disse que o Facebook o instruiu a dizer para reguladores europeus em 2014, na época da aquisição da empresa, que unificar os dados dos usuários das duas plataformas seria muito difícil de realizar.

Na Europa, o Facebook já foi ameaçado de sanções ou foi punido na Alemanha, no Reuno Unido e na França em casos relacionados a transferências de dados entre seus diferentes serviços. Isso inclui uma multa de US$ 122 milhões por ter fornecido informações falsas ou enganosas durante o processo de aquisição do WhatsApp.

O Facebook não comentou o comunicado da IDCP. Ao New York Times, a empresa se manifestou sobre a integração. Disse que pretende "construir as melhores experiências de mensagens possíveis, com comunicação rápida, simples, confiável e privada." "Estamos trabalhando em fazer todos nossos serviços criptografados e considerando jeitos para que seja mais fácil encontrar amigos e familiares pela rede", completou.

Marcando posição. Ao unir a infraestrutura dos seus aplicativos, Zuckerberg planeja aumentar a utilidade de sua rede social, mantendo bilhões de pessoas em seu ecossistema. A ideia é de que quanto maior integração entre os aplicativos da empresa, menos pessoas usarão os rivais da companhia para se comunicarem - como os serviços de Apple e Google. Além disso, com maior interação pelos aplicativos do Facebook, a empresa também pode aumentar sua receita com publicidade, bem como adicionar novas fontes de faturamento aos apps.

Outra utilidade da integração seria a de reforçar o papel do Facebook como uma ferramenta de comunicação global - hoje, o WhatsApp é popular na América do Sul e na Índia, mas se vê preterido pelo WeChat, na China, e até mesmo por mensagens SMS nos Estados Unidos. Além disso, as mudanças fornecem à Zuckerberg uma chance maior de fazer dinheiro com o Instagram e o WhatsApp. Hoje, os aplicativos geram pouca receita, apesar de terem, respectivamente, 1 bilhão e 1,5 bilhão de usuários mensalmente ativos.

(Fonte: Redação Link Estadão) - 11/02/2019
BRASILEIROS CONFIAM POUCO EM COMPRAS ONLINE

Conforme pesquisa da Minsait, os brasileiros são os que se sentem mais inseguros com e-commerce entre os consumidores latinos

A Minsait, uma empresa Indra, mostra em seu estudo mais recente de meios de pagamento que os brasileiros dominam o meio online para fazer compras – porém ainda não se sentem tão seguros quanto seus pares na América Latina para confiar no ambiente online.

De acordo com a pesquisa, o Brasil lidera em número de consumidores que já compraram online pelo menos uma vez (94,6%). Em seguida, aparecem o Chile (93,5%), Argentina (91,6%), Colômbia e México (90,9% e 90,8%, respectivamente).

Contudo, a frequência de compras varia bastante: enquanto a maioria dos consumidores nos demais países compra online uma vez por mês, grande parte dos brasileiros consome de maneira mais esparsa: uma vez a cada três meses.

A diferença pode ser explicada pelo nível de segurança observado na hora de efetuar compras online. A Argentina lidera em segurança, com 78,7% dos consumidores que se declaram totalmente ou bastante seguros, seguida pelo Chile (73,2%), México (68,6%) e Colômbia (66,8%). O Brasil aparece em penúltimo lugar, com 62,7% dos consumidores se sentindo bastante seguros – índice apenas superior ao dos peruanos, de 56,4%. (com assessoria de imprensa).

(Fonte: Da Redação DA REDAÇÃO) - 11/02/2019
Liniers presta homenagem a Popeye em seus 90 anos

Convidado para tributo ao marinheiro, o cartunista argentino Liniers diz que é fã de Popeye desde que era criança

O marinheiro mais popular do mundo pode ser "forte até o fim", mas não mostra sinais de que tão cedo esse fim chegará.



Marinheiro Popeye e Olívia Palito
Foto: iStock

Popeye, que completou 90 anos em janeiro, ainda continua forte, personagem de desenho animado que tem mais de 10 milhões de fãs no Facebook. E no seu aniversário ele reaparece em quadrinhos e vídeos para uma nova geração.

Popeye estreou na tira em quadrinhos Thimble Theatre, de E.C. Segar (Elzie Crisler Segar), em 1929, no New York Journal e anos depois foi lançado seu primeiro desenho animado. E a dinâmica logo se estabeleceu: ele se alimentava de espinafre para ganhar força, derrotar o valentão Bluto (o nosso Brutus), seu rival, e salvar sua namorada Olive Oyl, Olívia Palito no Brasil.

Agora a King Features está homenageando o marinheiro — que ainda tem como marca registrada os antebraços volumosos, embora não esteja sempre com seu cachimbo feito de espiga de milho — com uma série de curtas animados, Popeyes Island Adventures, no canal do YouTube Popeye and Friends.



E a King Features está convidando artistas famosos para desenhar os quadrinhos num tributo ao famoso Popeyes Cartoon Club de Segar, onde trabalhos de arte de fãs eram compartilhados nas tiras. Um desses artistas convidados é o cartunista argentino Liniers (pseudônimo de Ricardo Siri) cujos famosos quadrinhos do Macanudo ela edita. Liniers conversou com o The Washington Post e falou do seu amor por Popeye.

Quando começou sua história com o Popeye?

Garoto em Buenos Aires, na minha escola eram exibidos desenhos animados do Fleischer Studios e eu os adorava. Lembro-me de comer espinafre, que odiava, achando que meus músculos aumentariam instantaneamente. O que não ocorreu e durante um longo tempo odiei espinafre. Mas adorava Popeye!

Na sua visão, por que Popeye ainda é um ícone pop aos 90 anos de idade? Que mágica o faz durar tanto?

As crianças amam aventuras. E não é isso o que os marinheiros representam na nossa imaginação? São pessoas que se arriscam profissionalmente. Viajam pelo mundo. E se aventuram no desconhecido. E Popeye também é divertido. O Superman não era divertido. O Batman também não. Mas o Popeye é engraçado em toda situação perigosa que enfrenta.

Como reagiu quando a King pediu para você criar sua própria tira do Popeye?

Demorei um tempo para criar coragem e começar a desenhar, mas tão logo comecei percebi que ele era um velho amigo. Adorei realizar esse trabalho. A maneira como Segar desenha sempre me influenciou desde que comprei a coleção de desenhos animados do Popeye. Era a coleção dos 60 anos editada por Mike Higgs. Estudei a maneira como ele traçava e riscava o papel. Acho que essas velhas tiras são a razão pela qual eu ainda trabalho com tinta e caneta bico de pena.

Quem retrata seu Popeye favorito, de qualquer era, e por quê?

E. C. Segar. Adorei o fato de ele criar esse universo maluco e alternativo. Todos esses personagens bizarros que saíram do seu tinteiro e povoaram essa tira de modo tão absurdo e natural.

Há algum aspecto do Popeye que influenciou ou inspirou seu trabalho?

Acho que a influência mais importante é tentar criar um mundo que possa se sustentar por si só. Com personagens que parecem existir quase separados do seu criador.

Na sua visão, por que Popeye seduz eternamente as crianças?

Os incríveis antebraços! As crianças sabem que ele consegue realizar qualquer coisa com eles. E também a âncora tatuada no braço. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

(Fonte: Michael Cavna) - 05/02/2019
Bolsa de criptomoedas Kraken compra provedora de índice Crypto Facilities

A bolsa de criptomoedas norte-americana Kraken informou nesta segunda-feira que adquiriu a Crypto Facilities, uma fornecedora do índice de criptografia que calcula o preço-referência dos futuros de bitcoin do CME Group.

A Kraken informou que o "acordo de nove dígitos" foi sua maior aquisição até o momento. Mas não deu mais detalhes financeiros.

A Crypto Facilities, com sede em Londres, calcula a taxa de referência do bitcoin do CME, o índice usado para precificar os futuros do bitcoin, lançados em dezembro de 2017. Ele também calcula a taxa de referência do CME para moedas virtuais e outros índices de criptomoeda.

A Crypto Facilities estabeleceu uma entidade legal separada, a CF Benchmarks, para gerenciar o índice, disse uma porta-voz do CME.

"Nos próximos meses, nossas equipes continuarão melhorando e expandindo essas ofertas", disse o executivo-chefe da Kraken, Jesse Powell, em comunicado.

A Kraken, sediada em San Francisco, é uma das mais populares bolsas de criptomoedas dos EUA e adquiriu outras plataformas no passado, incluindo a Coinsetter e a CleverCoin. No ano passado, processou quase 90 bilhões de dólares em negócios.

(Fonte: Anna Irrera - Reuters) - 05/02/2019
Facebook atualiza regras para identificar fake news na rede social

Administradores de páginas passarão a ter acesso a aba onde ficarão listados posts avaliados como “falsos”, “mistos” ou com “título falso”

O Facebook anunciou mudanças nas regras para as páginas dentro da plataforma. A principal delas é a identificação de publicações consideradas “notícias falsas” e que, em razão disso, têm a distribuição reduzida. Os administradores das páginas poderão ver quais mensagens foram enquadradas nesta categoria. Também terão acesso a outros conteúdos retirados por violarem as normas internas da companhia ( os Parâmetros da Comunidade).

Os administradores de páginas passarão a ter acesso a uma “aba” denominada “Qualidade da Página”. Nela, ficarão listados os posts avaliados como “falsos”, “mistos” ou com “título falso”, conforme categorias definidas pela empresa. A classificação é feita por agências de checagem de fatos parceiras (conheça as regras de análise
aqui). Até agora, quando uma publicação era marcada desta maneira não havia qualquer sinalização nem ao autor nem aos administradores de páginas. O autor, contudo, seguirá sem ser notificado.

A redução de alcance de conteúdos considerados "notícias falsas" vem sendo adotada pela rede social, sem remover os posts mas criando obstáculos a sua difusão. “Esperamos que isso forneça às pessoas as informações necessárias para policiar comportamentos inadequados de administradores de uma mesma página, entender melhor nossos Padrões da Comunidade e, em alguns casos, nos informar quando acreditarem que tomamos uma decisão incorreta sobre um determinado conteúdo”, afirmou a empresa em comunicado oficial. No Brasil, o Facebook estabeleceu parceria com entidades de checagem de fatos, como a Agência Lupa, aos Fatos e France Press para verificar circulação de notícias falsas durante as eleições de 2018.

Conteúdos removidos

Além das publicações classificadas como “notícias falsas”, os administradores de páginas poderão ver também os conteúdos removidos por não respeitarem as normas internas, os chamados Parâmetros da Comunidade. Entram aí mensagens enquadradas como “discurso de ódio”, “violência”, “conteúdo explícito”, “assédio”, “bullying”, “produtos controlados”, “nudez adulta”, “atividades sexuais” e “apoio ou glorificação de indivíduos não permitidos no Facebook”.

Os posts apontados dentro dessas categorias já eram retirados, mas sem explicação. Com isso, o administrador poderá ver as publicações banidas. Segundo o anúncio do Facebook, o administrador passa também a poder contestar uma remoção. Alguns tipos de derrubada não serão informados nesse processo, como “spam”, “posts caça-cliques” ou “violações de propriedade intelectual”.

Reincidência

Outra medida anunciada foi a fiscalização mais rígida de autores de páginas removidas. A plataforma já impedia a criação de um espaço deste tipo semelhante a um derrubado por violar as normas internas. Mas, segundo a companhia, foram identificadas “pessoas trabalhando para contornar nossa política, usando páginas existentes que elas já gerenciavam para o mesmo propósito que a página removida por violar nossas políticas”.

Em resposta a isso, o Facebook poderá retirar outras páginas de autores de páginas removidas mesmo que aquelas não tenham incorrido em alguma violação. Para fazer isso, explicou a plataforma, será avaliado “um amplo conjunto de sinais”, como os administradores ou se o nome é similar.

Medida “tímida”

Na avaliação do mestre em direito e pesquisador do Instituto Beta Paulo Rená, as medidas anunciadas sinalizam para maior transparência na remoção de conteúdos, mas ainda são “tímidas” e podem “não fazer muita diferença”.

“Não me parece haver nenhum indicativo de mais permeabilidade do Facebook para ouvir a comunidade. Isso pode manter a situação de inércia perante falsos positivos, quando conteúdos legítimos são removidos sem que haja real possibilidade de reação pelas pessoas interessadas; ou quando conteúdos ofensivos, especialmente relacionados a discurso de ódio, são mantidos online a despeito de protestos na própria rede”.

Já a advogada e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil Flávia Lefévre argumenta que a despeito das novas regras, permanece o problema dos Parâmetros da Comunidade serem pouco transparentes. Ela cita casos, como situações que ela própria viveu, em que usuários têm conteúdos removidos e mesmo após questionamento o Facebook não explica a razão da remoção ou reverte a situação.

“A remoção de conteúdos acontece com base em critérios dos tais Padrões da Comunidade, que não são claros. Essa prática se configura como arbitrariedade com alto risco para a liberdade de expressão. Essa prática deveria estar ancorada em critérios claros e relacionados às leis brasileiras e em concordância com a jurisprudência”, defende a advogada.

*Da Agência Brasil


(Fonte: Jonas Valente*) - 28/01/2019
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