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O corpo fala: não passe vergonha nas videoconferências

As videoconferências agora fazem parte da rotina no atual mundo do trabalho. Mas as situações embaraçosas também. Veja como evitá-las.



Já imaginou bater aquele sono no meio da reunião em vídeo? Ninguém está livre disso
Foto: Scott McLeod / VisualHunt

Há expressões corporais que falam mais do que muitas palavras e podem trazer situações desagradáveis no ambiente de trabalho. Reuniões virtuais provocam desconforto, irritabilidade e potencializam o estresse. Ou seja, coisas que a gente não gosta de demonstrar em público, sobretudo, por educação.

Mas o que fazer para não transparecer esse tipo de emoção, sobretudo, no ambiente corporativo, onde lidamos com pessoas que merecem toda a nossa gentileza e atenção?

A resposta, segundo a especialista em comunicação corporativa, Juliana Algodoal, está não apenas na expressão oral, mas principalmente na expressão corporal.

"Afinal, o corpo também fala!", destaca ela, que é professora PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho e tem mais de 30 anos de experiência na prestação de consultoria a executivos, políticos e gestores de grandes empresas.

Se até mesmo num papo informal, com velhos amigos, pega mal demonstrar impaciência, pressa ou qualquer outro tipo de incômodo, imagine então com um cliente, com um chefe ou uma autoridade?

“Geralmente, nesse tipo de situação, as pessoas instintivamente ficam atentas com a própria fala (ou seja, com o tom de voz, a eloquência) para não demonstrar sono, desinteresse, raiva etc. O que elas esquecem, contudo, é que o corpo também se comunica! - e, igualmente a voz, evidencia nossos sentimentos, mesmo quando queremos (ou temos que) escondê-los. Ou seja, assim como a fala, as expressões corporais também devem ser verificadas com atenção.

Especialmente agora, que as relações estão cada vez mais digitais”, explica Juliana.

Ela lembra que, diferentemente das reuniões presenciais, onde os participantes geralmente observam quem conduz o encontro e isso centraliza o público, nas reuniões virtuais as pessoas olham para você o tempo todo e, pior, você se enxerga o tempo todo, o que acaba provocando um excesso de autoavaliação e, consequentemente, estresse.

“Essa questão foi alvo de um estudo recente da Universidade de Stanford, que concluiu que o usuário normalmente tem a sensação de prisão diante da tela e pouco se mexe ao longo das videoconferências. Trata-se de um problema vinculado diretamente à expressão corporal e que pode ser facilmente trabalhado a partir de técnicas simples, largamente utilizadas, além, claro, do descanso que é recomendável a todos - embora nem sempre possível”.

Mesmo diante da tela e de tantos expectores, ela garante que é possível interagir de forma mais leve e natural, harmonizando a fala e o gestual, ainda que o cansaço e o estresse sejam latentes. Tudo, claro, em nome do profissionalismo e das boas relações corporativas.

Para ajudar o público nessa difícil missão, Juliana Algodoal separou sete dicas que incluem cuidados com o corpo, com a fala e condutas mais aconselháveis para o ambiente corporativo, durante as reuniões virtuais:

- Assim como a voz, o corpo também transmite nossas emoções, portanto, controle o seu gestual para usá-lo de forma suave e calma. Evite, por exemplo, ficar mexendo a cabeça, esfregar/coçar o rosto, olhar para os lados. Tente, na medida em que a tecnologia permitir, olhar nos olhos das pessoas com quem conversa virtualmente, para criar conexão.
- As mãos também expressam muito dos nossos sentimentos. Mostrá-las não é algo ruim, mas sem exageros. Gestos suaves demonstram calma, confiança e engaja melhor quem assiste você. Do contrário, demonstram nervosismo;
- Evite marcar uma reunião virtual se o assunto puder ser resolvido por e-mail ou com um telefonema, pois reuniões virtuais são mais cansativas;
- Fazer reuniões de, no máximo, 30 a 40 minutos. Se forem mais longas, conciliar com pequenos intervalos;
- Buscar ter espaços de trabalho em casa confortáveis minimiza o estresse e ajuda na produtividade;
- Pausas sonorizadas como: “ãhn” e “humm” poluem sua fala e tiram o foco do conteúdo que está transmitindo;
- Usar o headset ou fones de ouvido nas reuniões aumenta o foco e reduz o ruído ambiente. Experimente.

(Fonte: Redação Homework) - 04/10/2021
Não faça selfie com carteira de vacinação: entenda o perigo

Documentos de identidade são negociados na dark web entre US$ 0,50 centavos e US$ 25. Inclusive as informações que você mostra na foto.



Desde que o Brasil deu início à campanha de imunização contra a Covid-19, em janeiro deste ano, muitas pessoas passaram a compartilhar em suas redes sociais
fotos com a carteira de vacinação em mãos como um gesto de euforia e felicidade pelo momento.

No entanto, em vez de divulgar somente a alegria do momento, o ato pode expor informações pessoais que podem servir de combustível para os cibercriminosos
criarem golpes personalizados.

A selfie contém nome completo, CPF, número do SUS, o local da vacinação e até mesmo a assinatura do profissional que aplicou o imunizante.

Isso faz parte de um movimento muito comum na internet onde usuários, independentemente da idade, publicam imagens de documentos pessoais e dados biométricos
na ânsia de compartilhar momentos alegres como uma viagem realizada ou a conquista de um novo emprego.

Até mesmo selfies com o famoso "V" da vitória são um risco para a segurança. Ou seja, os usuários compartilham voluntariamente seus dados pessoais e, até
mesmo, corporativos (quando publicam informações relacionadas ao seu trabalho), deixando-os em exposição nas redes sociais.

Um estudo Kaspersky sobre os hábitos online dos usuários revela que 40% dos brasileiros acreditam que seus familiares compartilham informações pessoais
demais nas redes sociais. Além disso, em uma outra pesquisa com usuários de toda a América Latina, a Kaspersky descobriu que 19% se arrependem de um dia ter
postado algo na internet que possuía informações pessoais relacionadas, entre outras coisas, à sua localização, família ou trabalho.

Dados biométricos são as características biológicas ou físicas que podem ser usadas para identificar indivíduos, tais como impressões digitais,
reconhecimento facial ou até mesmo varreduras de retina. Atualmente, estes são alguns dos métodos mais utilizados para acessar dispositivos, tais como
smartphones, tablets ou computadores; mas também podem ser usados para acessar contas bancárias ou serviços, tais como migração, entre outros. Portanto,
existe a necessidade de modificar certos comportamentos que podem colocar em risco a privacidade e as informações dos usuários.

“Ainda que existam muitos fatores que devem ser atendidos para obter nossa impressão digital a partir de uma selfie, tais como resolução de imagem,
proximidade e iluminação, as câmeras de telefone celular estão ficando cada vez melhores e não há razão para arriscar”, adverte Fabio Assolini, analista
sênior de cibersegurança da Kaspersky. “Embora possa parecer algo saído de um filme de ficção científica, se a imagem for nítida, é possível que os
cibercriminosos aproveitem esta situação e façam uso desta informação, que é única e serve como um método de autenticação.”

Da mesma forma, a publicação do crachá de funcionário pode gerar problemas de segurança e de reputação para uma empresa, uma vez que pode facilitar a cópia
do formato pelos criminosos e se passarem por trabalhadores, incluindo o proprietário do documento, para cometer fraudes.

O especialista também aponta que o compartilhamento de selfies com identificações oficiais pode resultar em informações sensíveis deixadas nas mãos de
terceiros, que podem usá-las indevidamente ou vendê-las a quem fizer a maior oferta.

Recentemente, a Kaspersky publicou uma investigação revelando que documentos de identidade, tais como carteiras de motorista e passaportes, são negociados na
dark web entre US$ 0,50 centavos e US$ 25. E uma fotografia com documentos pode ser encontrada por US$ 40 a US$ 60.

“Embora a Internet nos permita compartilhar nossas realizações com a família, amigos e colegas, é fundamental entender que a publicação de informações
pessoais nas mídias sociais é contra nossa privacidade e acarreta riscos. Não se trata de apagar e fechar nossas contas, mas de pensar antes de postar e
compreender as possíveis consequências para evitar compartilhar informações sensíveis que nos identifiquem como indivíduos”, comenta Assolini.

Para evitar que você comprometa sua privacidade nas selfies e posts que publica, a Kaspersky recomenda:

Evite publicar imagens de documentos oficiais. Frequentemente, esses materiais incluem um número de registro, sua assinatura e detalhes pessoais que podem
facilitar a clonagem;

Minimize a exposição de seus dados na internet. Por exemplo, se vai postar uma selfie fazendo o "sinal de positivo" ou o "V" da vitória, cuide para que seja
em uma distância considerável;

Esteja atento às informações pessoais que você compartilha online. Lembre-se que tudo que você posta na internet corre o risco de cair em mãos erradas e/ou
pode ser usado para doxing;

Verifique sempre as configurações de permissão dos aplicativos que você usa. Isto minimizará a probabilidade de seus dados serem compartilhados ou
armazenados por terceiros - e outros - sem o seu conhecimento;

Verifique quais serviços estão conectados às suas contas online e quem tem acesso a eles. Você pode usar o Kaspersky Privacy Checker para descobrir como
alterar as configurações de privacidade nos serviços online, incluindo redes sociais, e assumir o controle de seus dados pessoais.

(Fonte: Redação Homework) - 04/10/2021
Novas tecnologias para salvar vidas

O céu não é o limite

Zangão. Veículo aéreo não tripulado. Drones. Um equipamento que pode ser controlado à distância, de forma cibernética, por controladores eletrônicos ou através de supervisão humana. Nasceu como suporte a ações de guerra e reconhecimento. Grande aliado das tropas, teve a tecnologia subsidiada por exércitos mundiais. Com o tempo, o drone se tornou uma febre e começou a ser usado de forma pacífica e para entreter. Na rotina diária de civis e trabalhadores, esse zangão pode ser encontrado nos mais diversos formatos hoje em dia. Dos mais simples aos mais sofisticados, o sonho de pilotar da criançada e dos adultos,
inclusive!! virou uma realidade.

Dentre as novas tecnologias dos drones, destaque para uns que estão aprendendo a reconhecer gritos humanos, para poder auxiliar nas buscas por sobreviventes de desastres naturais. O desafio de cientistas alemães promete ser uma ferramenta fundamental para socorristas realizarem o seu trabalho. Não é de hoje que os drones já salvam vidas. Ano passado, enquanto fazia um voo com o aparelho, um professor universitário americano resgatou uma mulher que estava inconsciente em uma praia. A pequena aeronave sobrevoava o mar para observar uma ressaca que acontecia na região. Foi aí, que para sua surpresa ele avistou uma pessoa caída ao lado de um cachorro na beira da água. Se ela não tivesse sido vista, teria se afogado. Aqui no Brasil bombeiros já usam quatro mini aviões para auxiliar no combate a dengue. Eles são munidos de câmera térmica e lentes de zoom de aumento.

Com a variante delta, novos ataques cibernéticos surgiram nos últimos meses com golpes de e-mails relacionados à pandemia. Tentativas de phishing do Covid-19 aumentaram. Muitos destes e-mails pedem um comprovante de vacinação ao usuário. Uma maneira de roubar credenciais e dados. Quando as pessoas estão assustadas e ansiosas cometem mais erros. E os bandidos online se aproveitam muito disso. Não clique em links e anexos nestes casos. Fique atento e tenha também um Terra Antivírus para te proteger mais. Esteja seguro.

(Fonte: Anna Paola Fragni) - 16/09/2021
iPhone 13: Brasil tem aparelho mais caro do mundo

Alta do dólar e tributação ajudam a explicar o porquê o País tem preços mais elevados no mercado global

Mantendo a tendência dos últimos anos, o Brasil tem o iPhone 13 mais caro do mundo, de acordo com levantamento feito pelo Nukeni, site do desenvolvedor japonês Jun Saito.


iPhone 13 Pro Max é o modelo de ponta da Apple, com melhor bateria, câmera e tela
Foto: Reprodução/Apple / Estadão

Modelo de ponta da Apple, o iPhone 13 Pro Max, com 1 TB de armazenamento de memória, sai por até R$ 15,5 mil no Brasil. Opreço faz dele o aparelho mais caro do mundo, em ranking que considera 40 países. Em conversão direta para o dólar, considerando o câmbio do dia, o mesmo produto sai por US$ 2,9 mil.

Nos Estados Unidos, país onde o smartphone é o mais barato, o preço sai por US$ 1,6 mil. Em seguida, o mesmo iPhone 13 Pro Max de 1 TB sairia por US$ 1,7 mil no Canadá e no Japão.

No ranking, logo acima do Brasil, estão a Turquia (US$ 2,7 mil), Índia (US$ 2,4 mil) e Suécia (US$ 2,3 mil).

A diferença neste ano, no entanto, é que o País não está na lanterninha isolado. Dependendo dos modelos à venda e suas diferentes capacidade de memória, a Turquia pode ficar na última posição, como no iPhone 13 mini de 128 GB, iPhone 13 Pro de 128 GB e 256 GB, e iPhone 13 Pro Max de 128 GB e 256 GB.

Nas outras categorias, o Brasil segue como o país mais caro.

iPhone não é o único
O iPhone 13 não é o único produto no qual o Brasil é "líder" em preço, segundo o Nukeni.

Lançado em 2020, o iPhone 12 e todas as suas variações (mini, Pro e Pro Max, com diferentes armazenamentos) é o mais caro no País, assim como o iPad Pro e o iMac, esses dois últimos revelados em abril deste ano.

Cálculo
O cálculo do site Nukeni utiliza como base o preço dos produtos vendidos nas lojas da Apple nos países e converte o valor em dólar com o câmbio do dia. Os valores, portanto, variam diariamente conforme a volatilidade da moeda, diz Saito. Ou seja, o fortalecimento ou não do dólar em relação às moedas mundiais tem alta influência sobre o resultado final do ranking.

No "economês", isso é a paridade do poder de compra (PPC), cálculo utilizado por órgãos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), para conseguir comparar o Produto Interno Bruto (PIB) dos países.

O PPC é mais conhecido na aplicação do Índice Big Mac, criado pela revista britânica The Economist para usar um único item (o sanduíche clássico do McDonalds) como base para aferir a valorização do dólar no mundo. A partir dele, a publicação consegue dizer se o dólar está mais fraco ou mais forte no mercado alemão, indiano ou argentino, por exemplo, já que utiliza como base para a comparação um único produto produto comum a todos esses países.

O Nukeni leva em consideração também o preço final, em que está embutida a tributação dos países — países que tributam mais pesadamente produtos importados de tecnologia, como o Brasil, tendem a ver valores mais elevados do que regiões que têm poucas barreiras de taxas, como o Canadá e Japão.

(Fonte: Guilherme Guerra - Estadão) - 16/09/2021
6 sextechs brasileiras que estão transformando a experiência da intimidade e do autocuidado

O mercado do prazer é tão inovador quanto o da tecnologia. Sextoys inteligentes, streamings de áudio erótico, cosméticos veganos e vibradores controlados a distância já são realidade em todo o mundo, criados para estimular a vida sexual e despertar novas formas de intimidade e autocuidado.



Para Marília Ponte, da Lilit, ser plenamente satisfeita, saber o que deseja e experienciar isso na prática contribui para maior liberdade, prazer e autonomia

“Quando trazemos a temática da sexualidade para a dimensão do bem-estar, saindo um pouco dos estigmas do erótico e da pornografia, o mercado começa a se abrir”, diz Lidia Cabral, fundadora da plataforma Tech4Sex, criada para fomentar o ecossistema de sextechs no Brasil. “Temos legaltechs, fintechs, healthtechs, mas também temos as sextechs, um segmento de enorme potencial que, aos poucos, começa a ser reconhecido pelo mercado assim como qualquer outro negócio.”

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A tendência observada pela especialista reflete-se nos últimos dados do instituto Allied Market Research sobre o setor de sexual wellness (bem-estar sexual), que tem a previsão de alcançar faturamento de US$ 108 bilhões em 2027 globalmente. Segundo Lidia, a pandemia teve um papel importante para o crescimento do segmento. “No último ano, as pessoas que estavam sem sair de casa tiveram que buscar outras formas de se relacionar, ressignificando sua intimidade”, explica.

E foi um boom significativo. Se em 2019 o setor, como um todo, registrou um salto de 8% em relação ao ano anterior, segundo a Abeme (Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico), em 2020 a procura por produtos relacionados à sexualidade feminina cresceu bem mais do que isso: segundo a associação, o setor teve um aumento de 12% durante a pandemia, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Entre março e junho do ano passado, mais de 1 milhão de vibradores foram vendidos por aqui, um volume 50% maior do que na mesma época do ano anterior, de acordo com o portal “Mercado Erótico”. “Até o ano passado, as pessoas achavam que o sexo remoto se limitava ao envio de fotos, vídeos e mensagens de áudio. Agora, a tecnologia leva o sexo virtual para um outro nível, com produtos via bluetooth, devices personalizados e plataformas de jogos onde o usuário pode ter novas experiências por meio de avatares.”

Marília Ponte, fundadora da marca de sexual wellness Lilit, reconhece que o movimento só é possível graças a ações lideradas por e para mulheres. “A presença feminina no setor é cada vez mais forte, com empreendedoras abrindo novos negócios e fugindo da imagem estereotipada sobre satisfação e bem-estar. Isso faz muita diferença, porque elas sabem quais são as dores e necessidades umas das outras”, explica.

Para a executiva, o mercado envolve muito mais do que o sexo por si só. “Ser plenamente satisfeita, saber o que deseja e experienciar isso na prática é algo que transborda para outras áreas da vida, como trabalho, relacionamentos pessoais e até na autoconfiança. É uma questão de liberdade, prazer e autonomia.”

Neste Dia do Sexo, a Forbes selecionou seis startups brasileiras que estão transformando o mercado de bem-estar sexual. Confira, na galeria a seguir, quais são elas:

Lilit

“Só seremos realizadas quando todas nós pudermos experimentar a intimidade que desejamos: livre e prazerosa”. Essa é a frase estampada no site da Lilit, uma marca paulistana de vibradores criada para apoiar a intimidade das mulheres.

Fundada em 2019 por Marília Ponte, a empresa faturou quase R$ 450 mil logo no primeiro ano – o suficiente para que a empreendedora largasse o emprego anterior e investisse todas as suas fichas no mundo dos negócios. “Não é só sobre o sexo, mas sobre o nosso bem-estar e direito de sentir prazer. A Lilit nasceu para colocar a intimidade nas nossas próprias mãos”, diz.

Com o tempo, a marca expandiu o portfólio. Além do Bullet, mini vibrador de clitóris com cinco estágios de vibração, recarregável e resistente à água, a startup oferece também conteúdos gratuitos, como um ebook de contos eróticos pensados para inspirar e despertar a imaginação na hora do prazer e livros online com técnicas de masturbação guiada, dicas e exercícios práticos para atingir o orgasmo feminino.

Tela Preta

Lançada em abril de 2020, a startup Tela Preta opera como uma plataforma com mais de 150 áudios eróticos narrados por vozes masculinas e femininas, com diferentes timbres, sotaques e orientações sexuais. Para atender aos mais de 5.000 assinantes, novos áudios são disponibilizados a cada semana, podendo ser acessados em planos mensais a partir de R$ 14,99.

A ideia surgiu depois que o empreendedor Fábio Chap publicou em grupos de redes sociais contos eróticos narrados por ele mesmo. A partir dali, enxergou uma grande oportunidade de negócio e se juntou ao programador Samuel Aguiar, ao produtor de áudio Guilherme Nakata e à designer e criadora de conteúdo Laís Conter. “Muitas mulheres héteros entre 20 e 50 anos relatam ter conseguido alcançar os melhores orgasmos de suas vidas com os áudios. Outras pessoas dizem que já haviam desistido de suas vidas sexuais, mas voltaram a sentir desejo com as narrações. Além da parte sexual, também contribuímos para uma melhor qualidade de vida para muitas pessoas”, afirma.

Com 2.500 assinantes e projeção de dobrar esse número até o final de 2021, a plataforma disponibilizou recentemente um serviço para que o usuário encomende, por R$ 597, seus próprios contos eróticos personalizados de acordo com suas fantasias. A startup paulistana faturou R$ 220 mil no primeiro ano, e a expectativa é que este número salte para R$ 500 mil até abril de 2022.

Dona Coelha

A Dona Coelha Sex Shop é especializada em vibradores, sex toys e produtos eróticos com entregas para todo o Brasil, com embalagens discretas para evitar qualquer tipo de constrangimento. Fundada em 2011 na cidade de São Paulo pela sexóloga Natali Gutierrez (foto) e o empreendedor Renan de Paula, a companhia começou como um blog, onde eles compartilhavam suas experiências com sexshops e brinquedos sexuais. Hoje, a Dona Coelha opera com uma plataforma de e-commerce, com opções para todos os gostos e interesses.

Além dos sextoys, a empresa tem uma linha de géis excitantes, massagem tântrica, lubrificantes, vibrador líquido, lingerie e fantasias e retardante masculino, entre outras ofertas. Uma das apostas da sextech é o vibrador controlado remotamente via aplicativo, com novos programas de vibração e conectividade com playlists no Spotify e vibrações que acompanham o ritmo das músicas. “Os brinquedos high tech são uma grande sacada para esquentar a relação, seja a distância ou até mesmo em locais inusitados. O companheiro poder controlar o prazer da parceira, deixando a brincadeira ainda mais divertida”, comenta Natali.

Pantynova

Descontentes com as soluções de intimidade e prazer disponíveis no mercado, Izabela Starling e Heloisa Etelvina decidiram criar a própria marca de produtos de sexual wellness. Batizada de Pantynova, a companhia oferece uma coleção de vibradores, dildos, calcinhas strapon e lubrificantes para incrementar a experiência sexual.

Com sede em São Paulo, a startup foca na inclusão, criando um ambiente online onde pessoas LGBTQIA+ também se sintam seguras, confortáveis e representadas. Além dos produtos e sextoys, a marca disponibiliza uma variedade de contos eróticos gratuitos, com conteúdos para todos os públicos. A startup soma mais de 60 mil pantylovers, apelido carinhoso atribuído a seus clientes, em todo o Brasil.

Share Your Sex

Esta é uma plataforma de streaming de áudios focada 100% no prazer das mulheres, com conteúdos livres de objetificação e fetichização. Fundada por Mariah Prado, em São Paulo, a startup disponibiliza narrações de quatro a 16 minutos, ideais para uma rotina mais agitada.

Com a missão de empoderar por meio do autoconhecimento e da liberdade, as produções envolvem meditações para o relaxamento, energia sexual e percepção do corpo. A startup também desenvolve conteúdos educativos, como ebooks sobre sexo anal, feitos com o apoio de fisioterapeutas pélvicas e ginecologistas para solucionar eventuais dúvidas das clientes.

Os planos variam de R$ 9 por semana a R$ 139 ao ano, todos com acesso ilimitado aos áudios eróticos, masturbações guiadas, meditações focadas e novas narrações a cada semana. Há, ainda, um blog com conteúdos sobre cuidados com o vibrador, guia do lubrificante, dicas para o sexo menstruada, disfunção sexual e até como aumentar a libido.

Feel

Criada em outubro do ano passado com a missão de levar saúde e bem-estar à rotina das mulheres, a Feel desenvolve cosméticos naturais, veganos e saudáveis, para potencializar a sexualidade feminina. Idealizada por Marina Ratton, a marca paulistana esgotou os primeiros 500 produtos do estoque em apenas duas semanas, resultando em um crescimento de 200% nos primeiros 12 meses.

Seus pilares são confiança, autonomia e liberdade, refletidos no óleo feminino multifuncional Relief & Free e no lubrificante hidratante íntimo Moist & Feel. Em maio, a startup concluiu sua primeira rodada de investimentos, feita por meio da plataforma de equity crowdfunding Wishe Women Capital. A operação levantou R$ 550 mil, com 84% do financiamento realizado por mulheres. Com a captação, a empresa pretende lançar três novos produtos ainda este ano.

(Fonte: Gabriela Del Carmen) - 08/09/2021
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.